A palavra Kamikaze, tem a sua origem na aglutinação de duas palavras japonesas: kami, que significa Deus e kaze, que quer dizer vento. No japonês, kamikaze refere-se ao tufão que ocorreu em 1281, que salvou o país nipónico da invasão por parte do conquistador do Império mongol, Kublai Khan. Assim, a tradução correcta da palavra kamikaze seria: “Vento de Deus em favor do Japão”.
Segundo o departamento de defesa norte-americano, terrorismo é uma estrategia politica e não militar. Uma estratégia política baseada em violência cometida por grupo de indivíduos organizados que visa causar um estado de medo na população, com o propósito final de provocar uma alteração comportamental no inimigo.
Terrorismo-kamikaze é um conceito criado pelos contentistas, num dia de pouca lucidez, pouco vento, nenhum medo e nenhuma ideia política, que visa criar um clima de absurdo nos indivíduos da população de forma a que estes, absurdamente, pensem numa maneira de justificar e trabalhar a junção dos conceitos: “kamikaze” e “terrorista”.
TKC
: EGO.
O personagem principal desta história chama-se Ego. Tem 1, 90 de altura e é ao mesmo tempo o personagem mais alto e mais baixo desta história. Por outro lado, pesa 75 quilos e é ao mesmo tempo o personagem mais gordo e mais delgado desta história.
A vida de Ego muda por completo.
Não há muito para dizer acerca dela porque não é preciso pois ele próprio fala de si com muito interesse e dedicação. Só que geralmente ninguém o ouve porque é o único personagem desta história.
No final, Ego vai-se suicidar mas infelizmente não podemos contar essa parte porque temos coisas muito mais importantes para fazer. Infelizmente também não podemos falar das coisas que vamos fazer porque ainda não as fizemos. E mesmo depois de as fazer, não as poderemos contar pois depois teremos outras coisas ainda mais importantes que fazer.
Podemos falar das coisas que já fizemos e assumir-las como algo eterno e contínuo, o que seria verdade. Mas o Ego jamais permitiria que falassemos dessas coisas na sua história.
Assim, preferimos não o fazer.
O Ego morreu, e esta história também. É a melhor homenagem que lhe podemos render.
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